Família: Aceraceae
Nome Popular: acerOcorrência natural: Canadá e Estados Unidos da América (do centro até a Costa Leste).
Características gerais: Árvore caducifólia, dióica, de porte médio, de até 15 m de altura. Fustes de até 60 cm de diâmetro, casca marrom-acinzentada, fina, fissurada. Folhas opostas, compostas, imparipenadas, com 3 a 7 folíolos, obovados a lanceolados, denteados de até 10 cm de comprimento. Flores masculinas pequenas, em fascículos; as femininas, em longos cachos. Frutos do tipo sâmara, geminados em longos cachos de aproximadamente 2 cm cada um.
Fenologia: Floresce durante o inverno. A frutificação ocorre na primavera e verão.
Bibliografia Consultada
BACKES, P.; IRGANG, B. Árvores cultivadas no Sul do Brasil: guia de identificação e interesse paisagístico das principais espécies exóticas. Porto Alegre: Paisagem do Sul, 2004. v. 1. 204 p.
Família: Araucariaceae
Nome Popular: araucária-australianaOcorrência natural: Austrália: Queensland.
Características gerais: Árvore perenifólia, dióica, excepcionalmente monóica, de grande porte (atinge quase 50 m de altura), com fustes retos, da base até a copa, com diâmetros maiores de 1,0 m. Casca áspera e escamosa. Folhas em dois tamanhos diferentes ao longo dos ramos, entre 2 e 3,5 cm de comprimento, de forma ovado-lanceolada, aguda, terminada em espinho. Cones masculinos, cilíndricos, esverdeados, de aproximadamente 15 cm de comprimento por 1 cm de diâmetro. Cones femininos globosos, de até 25 cm de comprimento por até 18 cm de largura contendo cerca de 150 sementes (pinhões). Sementes de até 6 cm de comprimento e 2,5 cm de largura com uma asa lateral.
Fenologia: Floração: primavera. Sementes: verão, outono.
Bibliografia Consultada
BACKES, P.; IRGANG, B. Árvores cultivadas no Sul do Brasil: guia de identificação e interesse paisagístico das principais espécies exóticas. Porto Alegre: Paisagem do Sul, 2004. v. 1. 204 p.
Família: Arecaceae
Nome Popular: coqueiro-jeriváDistribuição geográfica: Nordeste (Bahia), Centro-Oeste (Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul), Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo), Sul (Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina).
Tipo de vegetação: Área Antrópica, Campo de Altitude, Campo de Várzea, Campo Rupestre, Floresta Ciliar ou Galeria, Floresta Estacional Decidual, Floresta Estacional Perenifólia, Floresta Estacional Semidecidual, Floresta Ombrófila (= Floresta Pluvial), Floresta Ombrófila Mista, Vegetação Sobre Afloramentos Rochosos.
Forma de vida: Fanerófita
Hábito: Palmeira
Altura: 7-18 m
Diâmetro: 20-60 cm
Folha: Suas folhas são compostas, pinadas, plumosas, espiraladas, medem de 2 a 5 m de comprimento e possuem até 500 folíolos. Os folíolos são estreitos, pêndulos, linear-lanceolados, verde-escuros na face adaxial, mais pálidos na abaxial e irregularmente distribuídos em vários planos ao longo da ráquis.
Inflorescência: As flores, de coloração creme-amarelada, agrupam-se em longas inflorescências interfoliares de até 1,8 m de comprimento, protegidas por um tegumento acanoado.
Fruto: Os frutos são drupas, globosas, elíptico-oblongas ou ovaladas, lisas, com fino epicarpo amarelo-alaranjado, mesocarpo fibro-carnoso e endocarpo duro, medindo de 2 a 4 cm de comprimento.
Fenologia: A floração ocorre quase o ano inteiro, com maior intensidade entre setembro e março e a frutificação principalmente entre novembro e janeiro.
Grau de ameaça: _
Observação: Planta monóica de 7 a 18 m de altura, com estipe único, comumente anelado.
Bibliografia Consultada
Curso de Dendrologia. Disponível em: http://plantasdobrasil.com.br/curso-de-dendrologia/syagrus-romanzoffiana/. Acesso em: 07/04/2019.
Soares, K.P. Syagrus in Flora do Brasil 2020 em construção. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Disponível em: <http://reflora.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB15745>. Acesso em: 05 Mar. 2020
Lorenzi, Harri; Noblick, Larry, Kahn, Francis; Ferreira, Evandro. Flora Brasileira Lorenzi: Arecaceae (Palmeiras). 1° ed. Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum, 2010.
Família: Bignoniaceae
Nome Popular: jacarandá-mimosoOcorrência: Norte da Argentina e sul da Bolívia
Características gerais: Árvore caducifólia, de porte médio, de até 20 m de altura; fuste curto e tortuoso, de até 50 cm de diâmetro, com casca fina, cinza-clara. Copa ampla, ramificada. Folhas opostas, compostas, com até 45 cm de comprimento, bipinadas, com 12 a 40 pares de pinas (folíolos), cada pina com 19 a 45 foliólulos opostos, ovado-oblongos, de até 10 mm de comprimento. Inflorescências em grandes panículas terminais. Flores roxas, violáceas ou brancas, tubulosas, curvas, pentâmeras, hermafroditas, de até 4,5 cm de comprimento. Frutos do tipo síliqua, lenhosos, castanhos, achatados, com duas valvas de até 7 cm de comprimento. Sementes aladas.
Fenologia: Floração: primavera. Frutificação: verão.
Bibliografia Consultada
BACKES, P.; IRGANG, B. Árvores cultivadas no Sul do Brasil: guia de identificação e interesse paisagístico das principais espécies exóticas. Porto Alegre: Paisagem do Sul, 2004. v. 1. 204 p.
Família: Fabaceae
Nome Popular: ingá-feijãoDistribuição geográfica: Norte (Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia) Nordeste (Bahia, Ceará, Paraíba) Centro-Oeste (Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso) Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo) Sul (Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina).
Domínios Fitogeográficos: Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica.
Tipo de Vegetação: Área Antrópica, Floresta Ciliar ou Galeria, Floresta de Terra Firme, Floresta de Várzea, Floresta Estacional Semidecidual, Floresta Ombrófila (= Floresta Pluvial).
Forma de vida: Fanerófita
Hábito: Árvore
Altura: 5-15 m
Diâmetro: 30-50 cm
Folha: Folhas compostas paripinadas, com 2-3 pares de folíolos, de raque alada de 2-6 cm de comprimento, sobre pecíolo de 1-2 cm. Folíolos cartáceos, o par terminal de 7-18 cm de comprimento e o par basal de 4-12 cm.
Inflorescência: Inflorescências em espigas axilares de 4-11 cm de comprimento, solitárias ou em grupos, sobre pedúnculos de 1-3 cm de comprimento, com flores tubulares perfumadas e brancas.
Fruto: Fruto vagem cilíndrico-compresso, glabro, de 9-12 cm de comprimento, contendo várias sementes envoltas por arilo flocoso branco e adocicado.
Fenologia: Floresce durante os meses de outubro até fevereiro e os frutos amadurecem de março a maio.
Grau de ameaça: _
Observação: _
Bibliografia Consultada
BACKES, P & IRGANG, B. Árvores do Sul: Guia de identificação e interesse ecológico. Porto Alegre: Instituto Souza Cruz – Clube da Árvore, 2002.
Inga in Flora do Brasil 2020 em construção. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Disponível em: <http://reflora.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB23012>. Acesso em: 05 Mar. 2020
LORENZI, H. Árvores Brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. 5. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum. 2009. v. 2 384 p.
Família: Fabaceae
Nome Popular: ingá-bananaDistribuição geográfica: Norte (Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins), Nordeste (Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí), Centro-Oeste (Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso), Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo), Sul (Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina).
Domínios Fitogeográficos: Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal.
Tipo de Vegetação: Área Antrópica, Campo Rupestre, Cerrado (lato sensu), Floresta Ciliar ou Galeria, Floresta de Igapó, Floresta de Terra Firme, Floresta de Várzea e Floresta Estacional Semidecidual.
Forma de vida: Fanerófita
Hábito: Arvore
Altura: 15 m
Diâmetro: 60 cm
Folha: Folhas compostas, paripinadas, alternas com 3 a 6 pares de folíolos, ráquis alada e glândulas inter-folíolos. Folíolos lanceolatos, de até 14 cm de comprimento por 4,5 cm de largura.
Inflorescência: Inflorescências em espigas axilares densamente pubescente (coberta de pêlos), amareladas. Flores hermafroditas, pentâmeras, com longos estames brancos (em pincel), de até 3 cm de comprimento.
Fruto: Os frutod são vagens amareladas e aveludadas, oblongas e achatadas de até 15 cm de comprimento por 1,8 cm de largura.
Fenologia: Varia conforme a região. Floração: agosto-novembro (março-abril). Frutificação: dezembro-fevereiro (março, abril e setembro).
Grau de ameaça: –
Observação:
É a árvore mais típica do gênero, formadora de matas ribeirinhas (matas ciliares e galerias) do sul do Brasil. Uma característica que a distingue das outras espécies do gênero pela densa pilosidade de cor amarelada nas folhas, caules, flores, frutos; outro fator que a diferencia de outras espécies é a produção de vagens retas e menores que a dos outros ingás.
Bibliografia Consultada
BACKES, P & IRGANG, B. Árvores do Sul: Guia de identificação e interesse ecológico. Porto Alegre: Instituto Souza Cruz – Clube da Árvore, 2002.
Inga in Flora do Brasil 2020 em construção. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Disponível em: <http://reflora.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB23039>. Acesso em: 09 Mar. 2020
Família: Fabaceae
Nome Popular: pau-ferroDistribuição geográfica: Nordeste (Bahia), Sudeste (Espírito Santo, Rio de Janeiro).
Domínios Fitogeográficos: Mata Atlântica
Tipo de Vegetação: Floresta Ciliar ou Galeria, Floresta Ombrófila (= Floresta Pluvial).
Hábito: Árvore
Altura: 20-30 m
Diâmetro: 50-80 cm
Folha: Folhas compostas bipinadas, paripinadas, com 4-6 pares de pinas, cada pina com 6-12 pares de foliólulos elípticos a oblongo-elípticos até oblongos, de base arredondada e ápice retuso a subemarginado.
Inflorescência: Flores em panículas terminais, amareladas, diclamídeas, zigomorfas, com ovário súpero.
Fruto: Frutos vagem lustrosa e indeiscente.
Fenologia: Floresce a partir de meados de novembro até fevereiro. Os frutos amadurecem durante o mês de julho até o final de setembro.
Grau de ameaça: _
Observação: Planta semidecídua, heliófita, seletiva higrófita, característica da mata pluvial da encosta atlântica. Ocorre preferencialmente em várzeas e fundo de vales onde o solo é freco e úmido, tanto no interior da mata primária densa como em formações abertas e secundárias. Apresenta dispersão irregular e descontínua, porém quase sempre em baixa densidade populacional.
Bibliografia Consultada
LORENZI, H. Árvores Brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. 5. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum. 2008. v. 1 384 p.
Libidibia in Flora do Brasil 2020 em construção. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Disponível em: <http://reflora.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB109955>. Acesso em: 13 nov. 2020
Família: Hamamelidacaea
Nome Popular: liquidâmbarOcorrência: Estados Unidos da América: sul e leste.
Características gerais: Árvore de grande porte, caducifólia, de até 35 m de altura. Fuste alto, com casca cinzenta, espessa e profundamente fissurada. Folhas simples, marcadamente lobadas, com 5 a 7 lóbulos triangulares, serrados, com até 18 cm de largura. Flores unissexuais, reunidas em capítulos esféricos, sendo os femininos pêndulos. Infrutescência globosa, com até 4 cm de diâmetro, com muitas cápsulas.
Fenologia: Floração: primavera. Frutificação: outono-inverno.
Bibliografia Consultada
BACKES, P.; IRGANG, B. Árvores cultivadas no Sul do Brasil: guia de identificação e interesse paisagístico das principais espécies exóticas. Porto Alegre: Paisagem do Sul, 2004. v. 1. 204 p.
Família: Lauraceae
Nome Popular: canela-da-índiaOcorrência natural: Ceilão
Características gerais: Árvore pequena, perenifólia, de copa globosa e fuste curto, de até 30 cm de diâmetro. Casca cinzenta, amarelo-avermelhada na parte interna. Folhas alternas, simples, coriáceas, lanceoladas, de até 12 cm de comprimento por até 5 cm de largura. Inflorescências em panículas terminais. Flores pequenas, amareladas, hermafroditas, trímeras. Frutos ovóides, apiculados, negros, de até 13 mm de comprimento.
Fenologia: Floração: inverno-primavera. Frutificação: verão.
Bibliografia Consultada
BACKES, P.; IRGANG, B. Árvores cultivadas no Sul do Brasil: guia de identificação e interesse paisagístico das principais espécies exóticas. Porto Alegre: Paisagem do Sul, 2004. v. 1. 204 p.
Família: Melastomataceae
Nome Popular: manacá-da-serraDistribuição geográfica: Sudeste (Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo). Sul (Santa Catarina).
Domínios Fitogeográficos: Mata Atlântica
Tipo de Vegetação: Floresta Ombrófila (= Floresta Pluvial).
Hábito: Árvore
Altura: 7-12 m
Diâmetro: 20-30 cm
Folha: Folhas opostas cruzadas, simples, ovaladas a elípticas, rígidas, com nervuras curvinérveas imersas na face superior e proeminentes na inferior, de 8-10 cm de comprimento por 3-4 cm de largura, com pecíolo de 1-2 cm de comprimento.
Inflorescência: Flores solitárias, menos frequentemente em pequenos racemos axilares e apicais, bissexuadas, actinomorfas, diclamídeas, dialipétalas, vistosas, inicialmente lilases, depois róseas e finalmente brancas.
Fruto: Fruto cápsula deiscente, com muitas sementes minúsculas.
Fenologia: Floresce durante os meses de novembro-fevereiro. Os Frutos amadurecem em fevereiro-março. Quando em cultivo no Planalto Paulista o seu florescimento ocorre no outono-inverno.
Grau de ameaça: _
Observação: Planta perenifólia, heliófita e pioneira, característica da encosta úmida da Serra do Mar. É encontrada quase que exclusivamente na mata secundária, onde chega, por vezes, a constituir-se na espécie dominante. A árvore é muito ornamental quando em flor, sendo ótima para o paisagismo em geral.
Bibliografia Consultada
LORENZI, H. Árvores Brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. 5. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum. 2008. v. 1 384 p.
Pleroma in Flora do Brasil 2020 em construção. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Disponível em: <http://reflora.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB603045>. Acesso em: 18 nov. 2020
Família: Oleacea
Nome Popular: ligustroOcorrência natural: China
Características gerais: Árvore pequena, perenifólia, de até 10 m de altura, copa globosa. Fuste curto com casca fissurada e escura, de até 20 cm de diâmetro. Folhas opostas, inteiras, coriáceas, ovado-lanceoladas, de até 13 cm de comprimento, brilhantes e acuminadas. Panículas de até 20 cm de comprimento, com flores hermafroditas, com corola branca, de 4 mm de comprimento. Fruto do tipo drupa, negro, subgloboso, de aproximadamente 8 mm de diâmetro.
Fenologia: Floração: primavera-verão. Frutificação: outono.
Observação: O gênero como um todo foi incluído na Categoria 1 (Espécies que não têm permitida a posse, o domínio, o transporte, o comércio, a aquisição, a soltura, a translocação, a propagação, o cultivo, a criação e a doação sob qualquer forma, bem como, a instalação de novos cultivos e criações) da Lista Oficial da Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina (FATMA) dada a alta agressividade como invasores de florestas no sul do Brasil e no Uruguai. Essas árvores inibem a germinação de espécies nativas e eliminam outras plantas existentes, formando associações homogêneas com o passar do tempo. Os frutos azuis escuros são dispersados por aves, o que inviabiliza seu controle, especialmente por serem invasores de florestas, principalmente nas Florestas Ombrófila Mista e Estacional Decidual. Qualquer espécie do gênero Ligustrum está proibida para uso no estado, devendo ser oportunamente substituída no paisagismo e na arborização urbana.
Bibliografia Consultada
BACKES, P.; IRGANG, B. Árvores cultivadas no Sul do Brasil: guia de identificação e interesse paisagístico das principais espécies exóticas. Porto Alegre: Paisagem do Sul, 2004. v. 1. 204 p.
Oleaceae in Flora do Brasil 2020 em construção. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Disponível em: <http://reflora.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB119907>. Acesso em: 19 nov. 2020
Família: Proteaceae
Nome Popular: GrevíleaOcorrência natural: Austrália: Queensland e New South Wales.
Características gerais: Árvore de grande porte, pode atingir até 50 m de altura, perenifólia. Fuste reto e alto, com casca parda, fina e gretada. Folhas alternas, simples, bipinatipartidas, ou seja, a lâmina é profundamente recortada, com até 30 cm de comprimento. Inflorescências em cachos terminais, de até 20 cm de comprimento, semelhantes a escovas. Flores tetrâmeras, hermafroditas, de até 1,5 cm de comprimento. Fruto do tipo folículo, escuro, com polpa longa (estilete), de até 2 cm de comprimento.
Fenologia: Floração: primavera-verão. Frutificação: verão-outono.
Bibliografia Consultada
BACKES, P.; IRGANG, B. Árvores cultivadas no Sul do Brasil: guia de identificação e interesse paisagístico das principais espécies exóticas. Porto Alegre: Paisagem do Sul, 2004. v. 1. 204 p.
Família: Salicaceae
Nome Popular: álamoOcorrência: Norte da África, sul e centro da Europa, Ásia Central.
Características gerais: Árvore caducifólia, dióica, de grande porte, de até 35 m de altura, com fustes de até 2,0 m de diâmetro, casca espessa, escura, profundamente fissurada. Folhas simples, alternas, rômbicas, de até 15 cm de comprimento, sem glândulas. Flores unissexuais, pequenas, reunidas em espigas. Fruto do tipo cápsula.
Fenologia: Floração: inverno-primavera ('itálica').
Bibliografia Consultada
BACKES, P.; IRGANG, B. Árvores cultivadas no Sul do Brasil: guia de identificação e interesse paisagístico das principais espécies exóticas. Porto Alegre: Paisagem do Sul, 2004. v. 1. 204 p.
Família: Salicaceae
Nome Popular: chorãoOcorrência: China
Características gerais: Árvore dióica de ramos pendentes, de médio porte, com até 18 m de altura, caducifólia, com fuste curto, de até 80 cm de diâmetro, com casca grossa, escura, profundamente fissurada. Folhas simples, alternas, linear-lanceoladas, serradas, de até 15 cm de comprimento por até 1,5 cm de largura. Flores unissexuais, pequenas, amarelas, em espigas terminais. Fruto do tipo cápsula com sementes pilosas.
Fenologia: Floração: inverno-primavera. Frutificação: dezembro-janeiro.
Bibliografia Consultada
BACKES, P.; IRGANG, B. Árvores cultivadas no Sul do Brasil: guia de identificação e interesse paisagístico das principais espécies exóticas. Porto Alegre: Paisagem do Sul, 2004. v. 1. 204 p.